Aventura

Cemitério de Arlington

O nosso primeiro passeio por lá foi no Cemitério Nacional de Arlington, que fica em Arlington, Virgínia. Na verdade, Arlington é separada de Washington apenas por uma ponte, sobre o rio Potomac. A distância entre o cemitério e o Nacional Mall, por exemplo, é de uns 5 minutos de carro. Em seus 624 acres, estão enterradas mais de 300 mil pessoas, veteranos de cada uma das guerras travadas pelo país, desde a revolução americana até a atual Guerra do Iraque. Alguns dos personagens históricos também estão enterrados lá, como o presidente Keneddy e família.

 

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Mas o local mais popular entre os visitantes de Arlington é o Túmulo ao Soldado Desconhecido. Restos mortais de três soldados não identificados da Primeira Guerra Mundial, Guerra da Coreia e Segunda Guerra Mundial estão lá e são “vigiados” por uma Guarda de Honra do exército.  O “ritual” da troca de soldados a cada hora é muito interessante.
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Outro ponto de parada no cemitério é o memorial para as 184 vítimas do avião terrorista que caiu no Pentágono, em 11 de setembro de 2001.

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 Pentágono

O Pentágono é o Departamento de Defesa dos Estados Unidos e também está localizado em Arlington. Lá também existe um memorial para as 184 vítimas do atentado de 11 de setembro. A homenagem está exatamente onde o avião caiu. É o único lugar do Pentágono que o visitante pode usar máquina fotográfica.

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Esses bancos da foto simbolizam as vítimas e são dispostos em ordem cronológica. A vítima mais nova nasceu em 1998 (3 anos, na época). E o mais velho, em 1930 (71 anos, na ocasião). O local traz uma sensação de vazio, assim como aquela que o mundo todo sentiu em 2001.

 

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No próximo post, vou contar do Museu de História Natural e do Ar e Espaço.

 

Aventura

Conhecemos mais uma lugar fascinante nas férias de janeiro desse ano. Vou contar um pouquinho da nossa experiência.

Para a maioria das pessoas, Washington, D.C. é apenas lugar com uma casa branca ocupando muito espaço nos noticiários. Há quase um século, essa cidade no noroeste dos Estados Unidos, no chamado Distrito de Columbia, é o centro do poder político ocidental e de lá saem decisões que repercutem na vida de bilhões de pessoas. Mas não é só de política que vive a capital americana. Washington é um destino que celebra a arte. À beira do rio Potomac, é dona do maior complexo de museus do mundo, o Smithsonian Institute. Com mais de 142 milhões de artefatos, o instituto serve como centro de pesquisa e tem 9 (são 19, no total) de seus museus e galerias localizados no parque mais famoso da cidade, o National Mall.

Além disso, teatros badalados, clubes dedicados ao jazz, restaurantes, cafés e bistrôs charmosos tornam Washington um lugar interessante até mesmo para quem não suporta o exacerbado patriotismo americano. Eu suporto, rs. Acho bonito os americanos agradecerem à tudo que o país oferece a população.

A cidade é conhecida como D.C. ou Washington, mesmo. É bom lembrar que no país ainda existe um estado chamado Washington, que fica do outro lado do mapa americano. A cidade fica no Distrito de Colúmbia, o Distrito Federal americano, como especificado pela Constituição estadunidense. Lá, estão as sedes dos três braços do governo americano: o Executivo, o Legislativo e o Judiciário. Além das sedes do Fundo Monetário Internacional, do Banco Mundial, da Organização dos Estados Americanos, entre diversas outras instituições nacionais e internacionais.

Chegamos lá duas semana antes da nevasca que cobriu a cidade. A temperatura estava, em média, 8 graus celsius. Isso foi bom, porque o gostoso por lá é conhecer tudo à pé, já que a maioria dos lugares para visitar fica no National Mall.

A cidade é linda! Limpa, organizada, como toda cidade americana. Mas Washington se supera. Dá a impressão que alguém “lava” as paredes das casas, monumentos, etc… todo dia. A cada lugar visitado, vem na cabeça a lembrança de um filme rodado ali ou de uma importante data celebrada que a gente assistiu pela tv. No meu caso, que fiz no estúdio do SBT a posse do presidente Obama, a emoção aflorou ainda mais.

As crianças queriam muito conhecer a Casa Branca. E chegamos lá bem no dia em que o presidente Obama voltava de férias do Havai. Um helicóptero sobrevoôu a Casa e ele e família desceram. Não o vimos chegar, mas vimos os atiradores de elite no teto da residência. Aliás, eles ficam lá o tempo todo…

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O sistema de transporte público de Washington é muito eficiente. Como fomos de carro, saindo de NYC, não usamos o metrô. Dirigir por lá também é muito fácil.

 

Washington Monument

Ponto obrigatório de visita. Um dos cartões postais da cidade.

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Lincoln Memorial

O tributo ao 16º presidente norte-americano.

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Capitólio

Abriga o Congresso e a Suprema Corte.

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National Gallery of Art

O museu guarda uma das mais importantes coleções de arte ocidental do mundo.

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Vietnam Veterans Memorial

A imensa parede de granito preto tem grafada em letras brancas os nomes dos 58.209 mortos na Guerra do Vietnã.

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Memorial dos veteranos da guerra da Coreia

O Memorial dos Veteranos de Guerra da Coreia é uma poderosa e comovente homenagem aos milhares de soldados americanos que morreram naquela guerra. Durante o conflito, que durou de 1950 a 1953, as tropas dos Estados Unidos e aliadas ajudaram as forças sul-coreanas a resistirem à invasão pela Coreia do Norte.

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No próximo post, vou contar sobre o Museu de História Natural e o de Ar e Espaço. Nesse último, está a cápsula que trouxe Armstrong e os companheiros de volta da lua.

E, também, sobre o cemitério de Arlington, onde está o túmulo do presidente Kenedy. E, claro, o Memorial do Pentágono, onde um avião sequestrado por terroristas também caiu em 11 de setembro de 2001.