Estilo

Não vou mentir que essa história de baleia azul me deixou bastante preocupada. Até que ponto chega a falta de noção, discernimento, vergonha na cara, caráter  do ser humano…os “tais” considerados “curadores” desse jogo idiota não devem mesmo ter mais nada pra fazer da vida…seres inúteis…

A barbaridade começa com um simples convite, VIA INTERNET, para a pessoa (normalmente adolescentes de 17 à 18 anos) participar do jogo.

E como um jogo pode ter regras como essas???? :

Mutilações na palma da mão, mutilação nos braços, sair de casa de madrugada, cortar os lábios, desenhar uma baleia em partes do corpo com uma faca ou canivete, subir em locais altos e ficar parado na beira por minutos, aceitar o dia de sua morte (estipulado pelo ‘curador’), e, por fim… se matar….hã???? Sim, isso mesmo. Os tais imbecis “curadores” convencem o participante a se matar. E, por várias vezes, conseguem.

Segundo  matéria do oglobo.globo.com/, dados do Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa), divulgados recentemente, mostram que 17,5% dos alunos brasileiros com 15 anos sofrem bullying e 11,8% relatam insatisfação com a própria vida.

E o que acontece quando o espertão do curador do baleia azul acha um adolescente assim? Consegue convencê-lo do pior…

Mas como impedir que seu, meu ou o filho de qualquer pessoa entre nessa cilada?

É bem verdade que a gente aprende as coisas quando as vivenciamos. Como mãe de duas meninas, uma ainda criança e outra adolescente, vira e mexe passo por situações que me deixam sem saber o que fazer. Aprendi que mentir é a pior das situações. A relação de cumplicidade tem que existir desde sempre, independente da idade da criança.

Conversando sempre com o pediatra delas e com a equipe pedagógica da escola, vou listar algumas coisas que NUNCA DEVEMOS falar para os nossos filhos. E em relação aos mais variados assuntos. Usei a revista Superinteressante como fonte, também. Vamos lá: ( e mais à frente voltaremos à baleia azul…)

Quando eles perguntam:

De onde vêm os bebês ?

É algo bastante comum e quase sempre deixam os pais constrangidos. Contar a história da cegonha não vale. A Fabiana Litrenta, coordenadora da minha filha mais velha, me explicou que a recomendação é procurar ser mais direta e pontual possível, abandonando a crença de que a educação sexual pode estimular comportamentos inadequados precocemente. Um diálogo aberto, inclusive, faz com que, no futuro, os pequenos se tornem adultos mais conscientes e responsáveis em relação ao sexo. E posso dizer que funciona. Converso com minha filha adolescente sobre sexo como se fôssemos melhores amigas e ela é super consciente e madura. Diz que não é hora de pensar sobre isso. E -PASMEM- tem conhecidas, um pouco mais velhas, que não falam sobre isso com os pais e JÁ TRANSAM…

Falar sobre a morte com os pequenos:

Não é uma tarefa fácil, mas dizer que a vovó virou uma estrela ou “dormiu para sempre” pode fazer, por exemplo, que a criança tenha medo de ir para a cama. Dizer que alguém que morreu foi fazer uma viagem também pode causar ansiedade ou expectativas falsas. Minha mãe faleceu há 3 anos. Ela era o grande amor das minhas filhas. Eu deixei para elas decidirem se iriam ao velório ou não. Eu não tive coragem de chegar perto do caixão. Elas foram. Sofreram, mas foi bom vivenciar o luto e a realidade.

O que dizer quando seu filho chega, todo orgulhoso, com um papel borrado mostrando um suposto “lindo desenho”? Você, claro, não precisa ser extremamente crítica, mas saiba que, de acordo com psicólogos, dizer que o desenho (ou o teatrinho da escola) não ficou tão bom quanto poderia não prejudica a auto estima da criança. A verdade é que elogio exacerbado, principalmente se a situação visivelmente NÃO MERECE elogio, pode ser tão prejudicial quanto a crítica sistemática. Pense sempre nisso! Mundo do ” faz de conta” ou ” da lua” é legal só no cinema.

A palmada que educa:

Nunca sai de pauta que o castigo físico não é considerado adequado pelos especialistas. Mandar o filho “engolir o choro” ou dizer coisas como “homem não chora” tampouco é viável. Segundo os especialistas, bater em uma criança pode criar problemas imediatos e futuros. Ela pode ficar mais agressiva e, no futuro, ter mais risco de infringir leis, ir mal na escola e apresentar transtornos mentais. Mas aquela bronca firme, olhos nos olhos…funciona. E como!

E quando o assunto é a internet? E quando o assunto é um convite para jogar baleia azul?

Na minha casa, até minha filha caçula tem celular. Mas acreditem: ninguém tem conversa secreta ou pesquisa sobre pornografia por aqui. Sabe por quê? Porque nossa relação é totalmente aberta. De amizade, mesmo. Aprendi que as táticas de proibir o uso do celular e monitorar aplicativos são fadadas ao fracasso. Elas não previnem os riscos e comprometem o vínculo de confiança entre pais e filhos. E posso garantir: CONFIANÇA É A CHAVE DO NEGÓCIO!! Mas a confiança tem que começar desde cedo! Não adianta ter deixado por 10 anos seu filho com a babá para poder viajar em casal e aí querer estabelecer uma amizade com ele…sinto dizer que será tarde demais…

Os filhos podem ser os melhores parceiros e amigos! Dá para sair, viajar, fazer várias coisas legais junto deles! Tenho um exemplo muito bacana: minhas filhas me treinam no ski! Como elas começaram esse esporte muito pequenas, encaram qualquer nível de dificuldade. E fazem questão de descerem comigo as pistas mais complicadas, me orientado e CUIDANDO para que eu não caia! Muito legal isso, né!

Por aqui, eu e o Fabio estabelecemos acordos quanto ao uso do celular ou ipad. Sem imposição, são acordos negociados. Existem horários para usar os aparelhos. As senhas são compartilhadas, para qualquer um analisar o que o outro faz a qualquer momento.

E lembre-se que humilhar seu filho por algo errado que ele tenha feito  pode acabar com o relacionamento de vocês.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Indica

Quando falamos de agressão contra a mulher, logo pensamos no contato físico. Mas não é. Há diversas formas de agressão que, muitas vezes, não são reconhecidas pelas vítimas, principalmente por partirem de seus companheiros. E essas “outras” agressões podem ter consequências até mais graves. A campanha que a escritora e artista americana Zahira Kelly começou no Twitter tem a intenção de informar e dar apoio e coragem para quem sofre qualquer tipo de agressão.

Através da hashtag “Maybe he doesn’t hit you” (“Ele pode não te bater”, traduzida no Brasil), ela começou a listar situações nas quais mulheres são agredidas, às vezes, até sem se darem conta.

No Brasil, a Lei Maria da Penha (Lei nº 11.340/2006) é a principal para a enfrentar a violência contra a mulher. A norma é reconhecida pela ONU como uma das três melhores legislações do mundo contra a violência de gênero. O que poucos sabem é que a violência doméstica vai muito além da agressão física ou do estupro.  A Lei Maria da Penha classifica os tipos de abuso contra a mulher nas seguintes categorias: violência patrimonial, violência sexual, violência física, violência moral e violência psicológica.

Conheça algumas formas de agressões que são consideradas violência doméstica no Brasil:(fonte: http://www.brasil.gov.br)

1: Humilhar, xingar e diminuir a autoestima
Agressões como humilhação, desvalorização moral ou deboche público em relação a mulher constam como tipos de violência emocional.

2: Tirar a liberdade de crença
Um homem não pode restringir a ação, a decisão ou a crença de uma mulher. Isso também é considerado como uma forma de violência psicológica.

3: Fazer a mulher achar que está ficando louca
Há inclusive um nome para isso: o gaslighting. Uma forma de abuso mental que consiste em distorcer os fatos e omitir situações para deixar a vítima em dúvida sobre a sua memória e sanidade.

4: Controlar e oprimir a mulher
Aqui o que conta é o comportamento obsessivo do homem sobre a mulher, como querer controlar o que ela faz, não deixá-la sair, isolar sua família e amigos ou procurar mensagens no celular ou e-mail.

5: Expor a vida íntima
Falar sobre a vida do casal para outros é considerado uma forma de violência moral, como por exemplo vazar fotos íntimas nas redes sociais como forma de vingança.

6: Atirar objetos, sacudir e apertar os braços
Nem toda violência física é o espancamento. São considerados também como abuso físico a tentativa de arremessar objetos, com a intenção de machucar, sacudir e segurar com força uma mulher.

7: Forçar atos sexuais desconfortáveis
Não é só forçar o sexo que consta como violência sexual. Obrigar a mulher a fazer atos sexuais que causam desconforto ou repulsa, como a realização de fetiches, também é violência.

8: Impedir a mulher de prevenir a gravidez ou obrigá-la a abortar
O ato de impedir uma mulher de usar métodos contraceptivos, como a pílula do dia seguinte ou o anticoncepcional, é considerado uma prática da violência sexual. Da mesma forma, obrigar uma mulher a abortar também é outra forma de abuso.

9: Controlar o dinheiro ou reter documentos
Se o homem tenta controlar, guardar ou tirar o dinheiro de uma mulher contra a sua vontade, assim como guardar documentos pessoais da mulher, isso é considerado uma forma de violência patrimonial.

10: Quebrar objetos da mulher
Outra forma de violência ao patrimônio da mulher é causar danos de propósito a objetos dela, ou objetos que ela goste.

Indica

Você já ouviu falar em Skinboosters?

Eu imagino que sim, porque esse método de rejuvenecimento facial, de colo e até das mãos ja é um dos queridinhos quando o assunto é pele bonita, saudável e sem rugas. Por ser nosso cartão de visitas e também a região do corpo mais exposta e suscetível a danos de fatores externos, nada mais justo do que o rosto receber atenção especial, não é mesmo?

O tratamento é considerado o mais eficaz do mercado para rejuvenescimento e reposição hídrica da pele. Meu médico, que aplica botox em meu rosto há 6 anos, me explicou sobre o Skinbooster e resolvi fazer. E AMEI o resultado!!

Então vamos lá:

Boosters significam “intensificadores” ou “impulsionadores”.

A nossa pele, quando jovem, é caracteristicamente elástica e lisinha, porque contém grande quantidade de ácido hialurônico, uma substância líquido-viscosa presente em nosso organismo, que preenche os espaços entre as células, dando ao órgão sustentação, elasticidade e hidratação. Esse ácido é o responsável, também, pela produção de colágeno. Após os 25 anos, a quantidade dele no organismo começa a diminuir e os primeiros sinais de envelhecimento, como rugas e ressecamento, começam a aparecer.

Os skinboosters rejuvenescem de dentro para fora, dando vitalidade e regeneração para a pele danificada pelo tempo e exposta ao sol.

-Como é feito?

São aplicações de ácido hialurônico na derme, camada intermediária da pele, através de injeções. A substância ” puxa” e mantém as moléculas de água ao seu redor, formando um tipo de reservatório. A partir daí, estimula, também, a produção de colágeno. O resultado é uma pele muito mais macia, viçosa, elástica, firme e praticamente sem rugas. Sim, todas aquelas ruguinhas de expressão são exterminadas! Rs

Antes das aplicações, o médico dermatologista aplica um anestésico em pomada. As ” picadinhas” da agulha são praticamente imperceptíveis. A dor é quase mínima ( a aplicação é bem parecida com a do botox, mas em áreas diferentes da face).

-Quantas sessões são necessárias?

Depende da necessidade de cada pele. Se sua pele nunca passou por um tratamento de rejuvenescimento, vai precisar de mais sessões. As peles mais maduras normalmente exigem 3 ou mais. Eu fiz apenas uma e deu um resultado maravilhoso! E o efeito dura até um ano!

-Quem pode fazer?

Homens e mulheres com todos os tipos de pele, das mais jovens às mais maduras.

Em quais partes do rosto pode-se fazer?

-Praticamente em toda face ( região dos olhos, “código de barras” acima dos lábios, bigode chinês, laterais do rosto)

-Em áreas do corpo como mãos, colo e pescoço

Cuidados pós aplicação:

-A pele vai ficar com manchinhas vermelhas e um pouco inchada, o que some em poucas horas. Alguns pontos podem ficar roxos, mas nada que maquiagem não esconda. E some em poucos dias. Ou seja, vida normal para a paciente que precisa trabalhar.

-Recomenda-se não fazer exercício físico 12 horas após as aplicações.

Lembre-se sempre de procurar um médico de confiança!

Designer

Eu já citei essa cadeira no post de poltronas. Mas hoje vim falar só dela, porque é uma peça coringa necessária pra quem gosta de design e tem bom gosto. Nem parece, mas lá se vão doze anos do momento em que designer fracês Philippe Starck extraiu o que havia de mais puro na essência de um clássico do mobiliário ocidental – a barroca poltrona Luís XV – para criar um fenômeno de crítica e público. A cadeira Louis Ghost chegou, em 2012, à sua primeira década de vida atingindo a marca de mais de 1,5 milhão de unidades comercializadas em todo o mundo.

É a cadeira assinada mais vendida no planeta, segundo a Kartell, a fabricante italiana que ajudou o designer francês Phillipe Starck a dar forma a esse elo de plástico entre o antigo e o novo. Foi ela, na verdade, a peça responsável por dar à marca sua reputação de casa dos móveis de plástico transparentes, material que até hoje compõe parte significante do mobiliário feito pela Kartell.

ghost

De acordo com o seu criador, “o sucesso universal da cadeira Louis Ghost não deriva de seu design, mas da memória comum”, da combinação de formas e estilos que povoam o “inconsciente coletivo”: os braços longos, o medalhão nas costas e o corpo robusto equilibram o desenho que deslumbra e cativa muita gente.

E o melhor : elas são versáteis!

Ocupam desde os interiores das casas mais diversas…

ghost casa

casaaaaa

 

 

 

 

 

 

 

 

 

linddaauuu

 

 

 

 

 

 

Exteriores

externa

 

 

 

 

 

 

 

E até a Ópera de Praga.

 (Foto: divulgação)
Plateia do teatro da Ópera de Praga, repleta de exemplares do móvel

Goste ou não, é um inegável ícone do design contemporâneo (que, no Brasil, pode ser encontrado em lugares como a própria Kartell ou na Novo Ambiente).

Eu adoro e tenho 8 delas na minha casa!

 

 

Designer

Salas enormes são lindas e muito aconchegantes, ideais para receber vários amigos, sem se preocupar com a falta de espaço.
Mas decorar um ambiente assim não é tão fácil quanto imaginamos.
Muitas pessoas optam por transformar um ambiente grande em diversas áreas, como, por exemplo, uma cozinha integrada a sala de jantar, que também ficará integrada com a sala de estar. Mas eu conheço casas tão, tão grandes, que, além da sala imensa, já existem os cômodos próprios para cozinha e sala de jantar. Mas com paciência, sabedoria, harmonia entre as composições e bom gosto, dá para deixar esses espaços enormes lindos! Olha só:

 

Esse ambiente do arquiteto Sérgio Palmeira se impõe pelo requinte do branco em várias tonalidades. sala 1Grandes planos vêm trabalhados com superfícies espelhadas e os móveis são dimensionados para ocupar todo o amplo espaço, para manter a circulação adequada e estimular a convivência. As texturas dos estofados e do tapete sob medida quebram a monotonia e geram conforto. Absurdamente lindooo!!

 

 

 

 

sala 2
Foto: www.dicasedecoracao.com

Nessa outra sala, o designer usou pufes para dividir o lugar em dois ambientes. O tapete também faz a diferença e ajuda a preencher o amplo espaço.

 

 

 

 

 

 

 

sala 3Aqui, o sofá de três lugares está de costas para uma poltrona. Mas observe: ele está dividindo os ambientes, criando uma outra salinha aconchegante lá atrás!

 

 

 

 

 

sala 4A chess também foi usada para dividir o ambiente. Essa idéia é bem bacana, pois quem usa a poltrona pode interagir com as pessoas dos dois lados.

 

 

 

 

 

sala 5Mistura de vários modelos de poltronas e sofás. Mas de muito bom gosto!

 

 

 

 

 

sala 6Sala liiindaaaa! Sofás brancos imponentes, feitos sob medida, e poltronas clássicas! Nesse modelo de sala, não tem como errar! Detalhe na medida do tapete, com um pedacinho do sofá para fora. É um charme!

 

 

 

 

 

sala 7Aproveitando um layout que dispõe de um grande espaço livre e aberto, também foram colocados sofás e poltronas, formando um conjunto. A composição ficou bárbara e, dessa vez, o tapete ficou um pouco além dos móveis.

 

 

 

 

 

 

 

 

Aventura

Quando assistimos no cinema àqueles filmes que contam histórias de cidades vazias, sem carros na rua ou luzes acesas nas casas, achamos que isso acontece mesmo só no cinema. Na nossa viagem de carro pelo estado de Vermont, EUA ( esse estado fica na divisa com o Canadá) constatamos que isso existe.

Escolhemos uma estação de esqui chamada Okemo, conceituada no estado. Mas optamos por ficar em um Resort (muito bacana, por sinal! Nosso quarto tinha 100 m², lareira, sala de jantar, cozinha completa e muitos armários) que ficava há 30 minutos da montanha.

No nosso trajeto, já percebemos que não seria fácil nem fazer compras para o café da manhã. E realmente foi assim. A “vendinha” da mini cidade fechava às 4 da tarde. Nas casas, nada de gente. Nas ruas, nada de carros. Só casas, umas longe das outras.

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Eu e a Mabê no meio do nada…rs

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Em um outro post, vou contar como foi esquiar na estação de Okemo, que fica na cidade de Ludlow. E nosso hotel ficava na cidade de Brownsville.

Ficamos por lá 5 dias. E no segundo descobrimos que, ao fundo do nosso hotel, havia uma estação de esqui ABANDONADA. Sim, com lifts ( os teleféricos, que levam os esquiadores ao topo das montanhas), várias pistas, lugar onde era a recepção, o aluguel dos aparelhos, etc, etc…

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Mapa das pistas na entrada da montanha
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Recepção e locação de esquis.

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Ascutney Mountain foi inaugurada no inverno de 1946. A primeira trilha foi cortada em 1938. Era considerada uma estação bacana de Vermont. Muitas pessoas se divertiram aqui.

 

passado

 

montanha antiga
“Trator” levando os esquiadores. Foto de 1950

 

Área esquiável: 200 acres (0,81 km²)

Glades: 50 acres (0,20 km²)

57 trilhas

  • 14 novato – 24,5%
  • 22 intermediário – 38,5%
  • 21 avançado e expert – 37%
  • Tamanho da trilha: 4 km

Elevadores

6. Sendo: 1 de alta velocidade, 3 de cadeiras triplas e 2 de duplas.

No início do verão de 2010, surgiram rumores de  fechamento de Ascutney. E foi o que aconteceu no mesmo ano, devido à problemas financeiros dos proprietários. Como se não bastasse, um antigo lodge que ficava no pé da montanha pegou fogo em janeiro de 2015.

 

fogo 3

 

 

 

 

 

 

 

Andar pelo lugar, sem saber onde pisar, devido à neve escorregadia… às tábuas podres da construção, que poderiam cair a qualquer momento…era mesmo horripilante.

No final daquele dia, chegamos de Okemo e saímos na parte de trás do nosso Resort. Era noite. Vimos alguém lá no pé da montanha desativada, fazendo uma fogueira. Nessa altura do campeonato, depois de ver de perto tanta cena que a gente só vê em filmes, começamos a ter dúvidas se quem colocava aquele fogo era real ou “de outro mundo”. kkkkk

 

Pra quem quiser saber mais sobre Ascutney, esse site é bem legal:

 

 

http://www.nelsap.org/vt/ascutney.html