Filha Fala

Sim, nós adotamos duas cadelinhas vira latas!

Hoje viemos ( eu e minhas filhotas  Jujú e Mabê) falar de uma decisão muito legal que tomamos a semana passada: adotamos duas cadelinhas!

Eu tive um cachorro quando era adolescente, o Bryan (um cocker spaniel inglês, com pedigree, campeão em várias exposições), mas confesso que tinha medo de encarar animaizinhos em casa depois que me tornei mãe. Minha vida sempre foi muito corrida na tv e como sou uma super mãezona, por várias vezes levei minhas fihas para os estúdios comigo, porque não tinha com quem deixar. Como elas têm quatro anos e meio de diferença, foram 10 anos entre fraldas, choros, filhas dodóis, noites (quantas!!!!) em claro…misturados à maquiagem glamurosa, roupas lindas, holofotes…

Minhas filhas, principalmente a caçula Mabê, amam animais. Quando vão para a fazenda do vovô Milton, em Minas Gerais, beijam até os cavalos! É um amor impressionante!

Avaliamos, por algumas vezes, a possibilidade de comprar um cãozinho. Dos mais variados preços. Mas, lá no fundo do meu coração, algo dizia: NÃO.

Até que um dia apareceu a Cookie …( na verdade, ela ainda não tinha nome…rs). A cadelinha de 2 anos (descobrimos a idade dela depois) vivia na fazenda, se alimentando (quando dava) de restos de comida do pessoal que trabalha na lavoura. Quando Mabê a viu, ficou apaixonada. Estávamos com uma viagem de 1 mês marcada para os EUA e decidimos que na volta traríamos Cookie (agora, já com o nome dado pela Mabê) para São Paulo.

A surpresa veio quando voltamos lá para Minas Gerais e Cookie estava…grávida! A barriga dela era tão grande que mal ela podia caminhar. O pessoal da fazenda decidiu levá-la ao veterinário. E ela nem voltou de lá…estava prestes a parir e eram…8 FILHOTES ENORMES! Ela certamente morreria no parto.

O Fábio (meu marido) autorizou o veterinário a realizar uma cesárea. E castrá-la depois. Conseguimos doar, depois do desmame, para as famílias lindas que trabalham lá na roça, 7 dos filhotes. Faltava uma quando chegamos, em definitivo, para trazer a Cookie. E não precisou de muita conversa: Mabê e Jujú queriam as duas: mamãe e filhinha, para quem deram o nome de Sugar!

Já em casa, arrumamos uma casinha enoooorme, quentinha e bem estruturada para elas. Lá dentro, tem colchão, edredom e cobertor, que tomam sol todos os dias e são lavados semanalmente. Nós colocamos roupas nas duas quando a noite vai ser muito fria ( principalmente porque Sugar ainda não tem 3 meses!) e elas ficam a noite toda na casinha. Só saem para fazer as necessidades! O mais impressionante é que a filhote é muito, muito educadinha. A mãe corrige e ensina o tempo todo. E parece que as duas já vieram com a “lição de casa” decorada: só fazem xixi e cocô na grama. Não entram em casa. Nem quando as portas do jardim estão abertas. Não latem quase nunca e nem “estranham” as pessoas. Não ficam pulando em cima de todo mundo (vamos combinar que tem gente que não curte…e precisamos respeitar), comem ração. E o olhar de amor e gratidão delas é algo encantador!! Não conseguimos definir quais misturas de raças elas têm! rs. A mãe é meio cinza escuro e a filhote é caramelo! Mas, pra gente, são as duas cadelinhas mais lindas e amadas do universo!

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Jujú e Sugar
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Cookie e a filhinha Sugar

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O ato de adotar um cão requer responsabilidade. E muito amor. Encontrei um site muito bacana que pode ajudar quem tem a intenção. Com tantos animaizinhos solitários por aí, levar um pra casa é um ato de nobreza do coração! Pense nisso!

Segue o link do site:

http://www.caosemdono.com.br/

 

 

 

2 comments

  • Eu também adotei uma vira-latinha e concordo que é a melhor coisa do mundo! Cachorros só trazem mais amor e alegria para a casa da gente. A vida muda pra melhor com um companheiro desses, não é?
    A Cookie e a Sugar são lindas demais, Roberta! Bjos

    • Verdade, Helena!!!
      Parabéns por ter adotado uma também!! São esses que mais precisam de amor e retribuem em triplo!
      Grande beijo pra você!!

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