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Esporte na infância: A importância do incentivo saudável.

 Tablets, computadores e smartphones estão cada vez mais presentes na rotina das crianças e adolescentes. E a pergunta que tira o sono de muitos pais é: até que ponto o uso destes dispositivos eletrônicos pode ser saudável para o desenvolvimento dos filhos?

Quando utilizados da maneira correta, os eletrônicos são excelentes para estimular o desenvolvimento, a imaginação e os estudos. Porém, sempre é necessário impor limites. Eles não devem ser usados para fazer a criança parar de chorar, por exemplo. O correto é incentivar o uso saudável desses aparelhos, com desenhos educativos, jogos que estimulam os estudos e a criatividade, além da leitura de contos e histórias.

O meu professor de musculação, Kleber Tercero, é integrante da equipe brasileira de judô e dá aulas da modalidade para crianças a partir dos 5 anos e adolescentes. “É comprovado cientificamente: crianças em idade pré-escolar, que praticam exercícios regularmente, têm melhor rendimento na escola. O estudo, feito por pesquisadores do Institute for Health and Care Research, em Amsterdã, na Holanda, afirma que o aumento do fluxo de sangue e oxigênio no cérebro, propiciado pelos exercícios, ajuda no rendimento escolar. A regularidade de exercícios físicos só tem pontos positivos e vale tentar convencer as crianças que preferem ficar em casa ou em equipamentos eletrônicos a incluir o esporte na rotina semanal”, ensina Kleber.

O primeiro passo é observar a área onde a criança tem aptidão. O judoca sugere uma boa conversa com o pequeno sobre o assunto. Explicar a importância dos exercícios físicos é fundamental:

1. Com o esporte, se estabelece convivência em grupo, exercita-se a solidariedade e respeita-se os limites e regras da competição. E não há lugar para drogas.

2. O esporte deixa a criança menos individualista e mais colaboradora.

3. Estimula a ser responsável e seguir regras.

4. Canaliza o excesso de energia e a impulsividade.

5. Aumenta o respeito pelos outros.

6. Ajuda no crescimento físico.

O segundo passo é levar a criança para aulas experimentais, em escolinhas próximas de casa, para que ela tenha contato com a atividade. Tenha em mente que a criança mais agitada e comunicativa vai preferir os esportes coletivos. Futebol, vôlei, handball, basquete entram nessa lista. Se a criança for mais introspectiva, esportes individuais vão deixá-la mais à vontade e não serão “uma tortura” semanal. Balé, judô, atletismo, ginástica artística, remo, natação e tênis são boas opções.

Só não se esqueça: é essencial que a criança curta e se sinta feliz com a atividade.

Por aqui, minhas filhas fazem de tudo: patinam, esquiam, jogam basquete, volley, tênis, andam a cavalo, de bicicleta…e adoram!! E, na maioria das vezes, eu e o meu marido praticamos com elas!
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