Filha FalaIndica

Bom dia, meninas!

A interação com os filhos é algo muito importante para o desenvolvimento emocional deles. O filho literalmente é da mãe. E do pai. Delegar os cuidados para poder trabalhar e assim sustentar os pequenos ainda é perdoável. Mas para aquelas mamães que contratam babás porque querem passear e badalar para o resto da vida… nota zero para vocês!

Primeiro porque, a partir de uma certa idade, fica bem feio sair para a balada o tempo todo…( quem nunca, quando jovem, via aqueles (as) corôas na balada e morria de dar risada? Pois é…entenda que agora o corôa é você…)

Mas o importante de verdade é que, se você decidiu viver junto com alguém e formar uma família, é preciso “bancar” a situação. É preciso coragem para colocar em prática a verdadeira construção de uma nova família.

Aqui em casa somos quatro. Eu, meu marido e nossas duas filhas. E sempre arranjamos coisas para fazer em família. O segredo é aprender a gostar e se divertir fazendo “programas” que a família toda se encaixe. Com um pouco de esforço, a gente vai percebendo que é bastante prazeroso.

A dica de hoje é para contar que um simples retorno de viagem do papai, que ficou nos EUA por 10 dias, se tornou uma brincadeira deliciosa e agradável. Fizemos um jantar pra ele.

Sempre que vou preparar algo na cozinha ao finais de semana, levo minhas filhas junto. E elas amam! ( outra coisa: mãe de verdade TEM QUE SABER COZINHAR. Mesmo que seja o básico! ). Claro que isso tem que ser feito com senso e discernimento. Nada de mexer com fogo. A função delas sempre é cortar alimentos ( apenas a de 12 anos faz essa função de cortar), separar ingredientes, preparar os ingredientes nas medidas da receita, ler a receita. Até na cozinha, dá para se divertir com as crianças.

Preparamos para ele um risoto de camarão. E ficou muito bom!

Por sugestão das crianças, resolvi postar a receita aqui. É bem fácil e acredite: seus filhos vão amar fazer o jantar com você!

Ingredientes:

50g de arroz ( 2 saquinhos de Uncle Benz)
1 kg de camarão limpo
1 cebola picada
2 dentes de alho picado
1 lata de molho de tomate
2 pacotinhos de queijo ralado
2 colheres de sopa de azeite
suco de 2 limões
3 cubinhos de caldo de camarão dissolvidos em 4 colheres de água quente ou sal a gosto.

Modo de Preparo:

1. Cozinhe o arroz à parte
2. Lave os camarões e deixe de molho no suco dos 2 limões por aproximadamente 15 minutos
3. Frite a cebola e o alho no azeite até dourar
4. O alho deve ser colocado um pouco depois da cebola, para não queimar
5. Acrescente os camarões, escorrendo o excesso de suco de limão e deixe cozinhar
6. Com os camarões cozidos, coloque o molho de tomate e os cubinhos de tempero dissolvidos em 4 colheres de sopa de água quente.
7. Deixe o molho apurar
8. Misture o arroz a esse molho, mexa bem
9. Coloque o queijo ralado e mexa mais um pouco
10 Acrescente o sal a gosto, se achar que precisa.
11. Deixe no fogo baixo até tomar a consistência desejada

Filha Fala

Oi, gente!!

Como vocês sabem, minha família é fã número 1 da Disney.
Hoje eu vim aqui para falar um pouco sobre a atração mais amada por nós, a Haunted Mansion.
A Haunted Mansion (mansão mal assombrada) é uma atração clássica da Disney. Podemos encontrá-la na Disney de Paris, de Orlando, da Califórnia e do Japão. Cada uma com sua própria arquitetura.
A ideia da atração foi pensada pelo próprio Walt Disney, que criou a casa para ser tanto de terror quanto para a diversão das famílias. E acabou virando uma das atrações mais famosas da Disney.
A atração consiste em um “tour” pela casa, mostrando os corredores, as salas, o jardim e até mesmo os fantasmas. Tudo sendo narrado pelo “suposto dono” do lugar, que obviamente, também é um espírito.
Geralmente a atração é bem cheia, com pelo menos 30 minutos de fila, mas é bem interativa, então você nem vê o tempo passar.

Olha que legal esse vídeo que achei!! ( Obs: Nós amamos tanto a atração que sabemos decorado o que a “voz” fala em todo o brinquedo!!kkk)

https://www.youtube.com/watch?v=h_UmFM77Foc

 

 

Filha Fala

Olá!

Sou eu, a Giulia, filha da Roberta.

Nossas férias estão chegando e o papai já comprou nossas passagens para os EUA.

Como em todas as férias, eu e a Mabê contamos os minutos para nossa viagem. Mas dessa vez está sendo doloroso. Nós adotamos, há quase 3 meses, duas cadelinhas vira-latas, que trouxemos lá da fazenda do vovô Milton, em Minas Gerais.

Como a Sugar, que é filhote e tem apenas 4 meses, precisa de um cuidado mais especial ( ela é bem sapeca e é capaz de qualquer coisa…kkkk), papai resolveu levá-las lá para a roça no período da nossa viagem. Na fazenda tem o Giovane, um funcionário muito legal, que cuida da horta, da piscina e dos cachorros de lá. E é ele quem vai cuidar das nossas pequenas.

Eu não imaginava que deixar nossos bichinhos assim, longe, fosse nos trazer tanto sofrimento! Mabê, minha irmã, e a mamãe, estão chorando desde a semana passada. Minha ficha caiu ontem, um dia antes delas irem. Fiquei com os olhos inchados de tanto chorar.

No auge dos meus quase 13 anos, posso certamente afirmar: conheci esse ano um amor ainda maior do que ir para a Disney! Que saudade da minha Cookie e da minha Sugar!

Achei um vídeo bem bonitinho de animaizinhos para homenageá-las. Olha só:

https://www.facebook.com/QualEOSigno/videos/547700042086563/

Filha FalaIndica

Já faz mais de um mês que nós adotamos duas cadelinhas vira latas. Já contei nossa história aqui no blog. E realmente a casa se transforma. Ter um cão ou um gato ajuda a lidar com fatos da vida, como nascimento, reprodução e morte, além de reforçar a auto-estima.

Donos de cães e gatos vão menos ao médico, garantem os pesquisadores da Universidade de Cambridge, na Inglaterra. E precisam tomar menos remédios, segundo um estudo australiano. Quando ficam doentes, os donos de cães ainda saem do hospital, em média, dois dias antes que os demais.

A Universidade Goldsmiths divulgou um estudo que mostra que cães estão mais propensos a se aproximarem de pessoas tristes ou que estão passando por algum sofrimento. Isso mostra que cães têm empatia por pessoas e querem ajudar aqueles que estão com dor.

Outro estudo americano, dessa vez realizado com 240 casais, revelou que a presença de um mascote em casa deixa as tarefas do dia a dia muito mais agradáveis, aliviando nossa pressão cotidiana

Fonte: http://mdemulher.abril.com.br

Filha Fala

Hoje viemos ( eu e minhas filhotas  Jujú e Mabê) falar de uma decisão muito legal que tomamos a semana passada: adotamos duas cadelinhas!

Eu tive um cachorro quando era adolescente, o Bryan (um cocker spaniel inglês, com pedigree, campeão em várias exposições), mas confesso que tinha medo de encarar animaizinhos em casa depois que me tornei mãe. Minha vida sempre foi muito corrida na tv e como sou uma super mãezona, por várias vezes levei minhas fihas para os estúdios comigo, porque não tinha com quem deixar. Como elas têm quatro anos e meio de diferença, foram 10 anos entre fraldas, choros, filhas dodóis, noites (quantas!!!!) em claro…misturados à maquiagem glamurosa, roupas lindas, holofotes…

Minhas filhas, principalmente a caçula Mabê, amam animais. Quando vão para a fazenda do vovô Milton, em Minas Gerais, beijam até os cavalos! É um amor impressionante!

Avaliamos, por algumas vezes, a possibilidade de comprar um cãozinho. Dos mais variados preços. Mas, lá no fundo do meu coração, algo dizia: NÃO.

Até que um dia apareceu a Cookie …( na verdade, ela ainda não tinha nome…rs). A cadelinha de 2 anos (descobrimos a idade dela depois) vivia na fazenda, se alimentando (quando dava) de restos de comida do pessoal que trabalha na lavoura. Quando Mabê a viu, ficou apaixonada. Estávamos com uma viagem de 1 mês marcada para os EUA e decidimos que na volta traríamos Cookie (agora, já com o nome dado pela Mabê) para São Paulo.

A surpresa veio quando voltamos lá para Minas Gerais e Cookie estava…grávida! A barriga dela era tão grande que mal ela podia caminhar. O pessoal da fazenda decidiu levá-la ao veterinário. E ela nem voltou de lá…estava prestes a parir e eram…8 FILHOTES ENORMES! Ela certamente morreria no parto.

O Fábio (meu marido) autorizou o veterinário a realizar uma cesárea. E castrá-la depois. Conseguimos doar, depois do desmame, para as famílias lindas que trabalham lá na roça, 7 dos filhotes. Faltava uma quando chegamos, em definitivo, para trazer a Cookie. E não precisou de muita conversa: Mabê e Jujú queriam as duas: mamãe e filhinha, para quem deram o nome de Sugar!

Já em casa, arrumamos uma casinha enoooorme, quentinha e bem estruturada para elas. Lá dentro, tem colchão, edredom e cobertor, que tomam sol todos os dias e são lavados semanalmente. Nós colocamos roupas nas duas quando a noite vai ser muito fria ( principalmente porque Sugar ainda não tem 3 meses!) e elas ficam a noite toda na casinha. Só saem para fazer as necessidades! O mais impressionante é que a filhote é muito, muito educadinha. A mãe corrige e ensina o tempo todo. E parece que as duas já vieram com a “lição de casa” decorada: só fazem xixi e cocô na grama. Não entram em casa. Nem quando as portas do jardim estão abertas. Não latem quase nunca e nem “estranham” as pessoas. Não ficam pulando em cima de todo mundo (vamos combinar que tem gente que não curte…e precisamos respeitar), comem ração. E o olhar de amor e gratidão delas é algo encantador!! Não conseguimos definir quais misturas de raças elas têm! rs. A mãe é meio cinza escuro e a filhote é caramelo! Mas, pra gente, são as duas cadelinhas mais lindas e amadas do universo!

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Jujú e Sugar
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Cookie e a filhinha Sugar

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O ato de adotar um cão requer responsabilidade. E muito amor. Encontrei um site muito bacana que pode ajudar quem tem a intenção. Com tantos animaizinhos solitários por aí, levar um pra casa é um ato de nobreza do coração! Pense nisso!

Segue o link do site:

http://www.caosemdono.com.br/